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Depois de dois casos de crianças que caíram de apartamentos, uma em São Paulo e outra em Cariacica, a segurança em apartamentos foi questionada não só para crianças, más também para os adultos, já que o Espírito Santo possui muitos prédios residências e comerciais com mais de vinte andares.

No ano passado, o Corpo de Bombeiros do Espírito Santo editou uma norma técnica para evitar situações como as que aconteceram em São Paulo e no Estado. O Coronel Samuel Rodrigues informou que a norma exige que varandas de prédios troquem os vidros temperados, caso o possuam, por vidros laminados. Outra orientação é o uso das grades ou redes de segurança.

“O vidro laminado é uma película que evita o estilhaço do vidro por completo caso seja quebrado, diminuindo o risco de alguma pessoa derrepente cair de um prédio”, afirma o Coronel Rodrigues.

A rede de proteção usada em apartamentos para manter a segurança, não só de crianças mas também de adultos é feita de polietileno 100% virgem, de alta densidade. Segundo Edson Amaral, proprietário de uma empresa que instala redes proteção, o material é semelhante ao nylon.

Edson informou que não existe um prazo certo para a manutenção das redes, mas o aconselhável é chamar um técnico para fazer a vistoria após três anos da instalação. “Você acha que está em segurança e mas tem um gancho solto ou uma corda frouxa, levando risco para a família”, acrescenta Edson Amaral.

A questão da segurança em condomínios é discutida em uma convenção, que estabelece as normas e direitos dos condôminos. Sobre a rede de proteção, o Presidente do Sindicato Patronal dos Condomínios Gedáias Freire Costa, informou que fica a critério do morador instalar ou não.

“O que pode ser feito em assembléia com os moradores, é definir um padrão dessas redes. E não impor a instalação”, ressalta Gedáias Costa.

Fonte: Gazeta Online

Pisos de quadras constituem uma das áreas que mais requer manutenção periódica nos condomínios, conforme mostra a experiência do síndico profissional Nilton Savieto. Em um dos residenciais em que atua, a pintura costuma ser feita anualmente, pela intensidade do uso e para que esteja sempre em ordem, com as trincas recuperadas e as cores e demarcações vivas.

Mas se o condomínio quiser fazer um upgrade nesse tipo de espaço, ele poderá instalar revestimentos com amortecimento de impacto, sugere a arquiteta esportiva Patrícia Tótaro. “Nos empreendimentos mais novos, já observamos essa preocupação das construtoras. Não adianta só jogar um cimentado, pois o primeiro contato da criança com a bola acontece, em geral, na quadra do condomínio.”

Segundo Patrícia, não é difícil conferir um perfil mais esportivo à superfície da quadra. Ao aplicar poliuretano com amortecimento sobre uma base asfáltica ou de concreto, o condomínio garantirá mais segurança à garotada e irá ajudar a melhorar o desempenho dos jogos com bola. No primeiro caso (base asfáltica), basta utilizar uma pintura composta pelo material, enquanto o concreto exige uma espécie de “camada plástica”. O poliuretano, no entanto, não deve ser utilizado em espaços destinados à prática do tênis, já que “o tenista precisa escorregar, o revestimento não permite isso”. No condomínio em que trabalha o gerente predial Getúlio Fagundes Ramos, a quadra poliesportiva e a de tênis recebem tratamentos diferenciados. Os revestimentos, com amortecimento de impacto, são distintos e apropriados para as práticas.

O mercado oferece muitas soluções, subdivididas em dois principais grupos: para ambientes cobertos e descobertos. Neste caso, o síndico dispõe do piso asfáltico, em concreto e/ou poliuretano, observa o engenheiro civil Roberto Boscarriol Junior. Existem ainda opções em grama natural ou sintética. Para as quadras internas, o próprio poliuretano, a madeira e o revestimento vinílico são os mais indicados, diz. O engenheiro lembra que nas situações de reforma, o síndico deverá providenciar a impermeabilização da base caso já tenha transcorrido longo prazo de entrega do empreendimento.

Matéria publicada na edição – 206 de out/2015 da Revista Direcional Condomínios

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

A arquiteta Mara Cabral, com grande experiência em pisos de áreas comuns de escolas e condomínios, desenvolveu o artigo a seguir com exclusividade para o Grupo Direcional quanto aos cuidados que devem ser tomados no tratamento das superfícies e revestimentos das quadras esportivas e também de recreação para as crianças.

Sobre a quadra esportiva
A escolha do tipo da quadra esportiva vai depender da finalidade (para diversos tipos de espetáculos ou apenas para competições esportivas) e da tradição esportiva. Além disso, a camada superior deve estar em conformidade com os requisitos da modalidade.
O espaço necessário para a implantação da quadra também tem suas variáveis, como:

Mini quadra (recreação infantil): 4x8m; 5x10m;
Quadra pequena: 10x18x5,5m;
Quadra média: 14x28x5,5 m;
Quadra grande: 18x33x6m;
Quadra Poliesportiva: 21x42x7 m;
Quadra para Atletismo ligeiro: 30x60x8m;

Os arquitetos brasileiros baseiam-se em referências internacionais, como a norma alemã – DIN V 18032 / 2 – a qual dispõe sobre salas esportivas, salas para ginástica, jogos e múltiplas utilizações, local para atividades desportivas e ensaios; bem como a norma da União Europeia – EN 14904/2006 – “Áreas de pavimentos desportivos – pavimentos interiores para multiesportivos – especificação”; e ainda na norma brasileira – ABNT NBR 14050:1998 – “Projeto, execução e avaliação do desempenho – procedimento”, a qual trata dos sistemas de revestimentos de alto desempenho, à base de resinas epóxi e agregados minerais.

As normas estabelecem critérios quanto à capacidade de deslizamento lateral dos pés; nível de deformação vertical do piso; nível de brilho e reflexo do piso; módulo de elasticidade, padrões de deflexão, energia de recuperação e reflexão da bola, e ainda citam algumas substâncias químicas proibidas.

Os procedimentos da NBR 14050 abordam aspectos relacionados com o emprego de revestimentos de alto desempenho (RAD) como elemento de proteção e reforço em pisos de concreto. As principais características dos RAD são a de possuírem grandes resistências quanto à abrasão, impacto, tração, flexão e aderência aos mais variados tipos de substratos, além de resistência química e a capacidade de resistir a altas e baixas temperaturas. A escolha do revestimento vai depender da função da quadra. Os revestimentos de alto desempenho apresentam características segundo os critérios de ação mecânica, ação química, acabamento superficial, limpeza e superfície de aplicação.

Algumas referências quanto às resistências utilizadas para o desempenho dos RAD são: resistência ao impacto e ao escorregamento; à abrasão; à tração; à compressão; à flexão; e a aderência.

Os revestimentos utilizados em quadras externas (sem cobertura)
Estes requerem segurança, baixa manutenção e resistência aos agentes atmosféricos, tais como chuva, poluição e raios UV. Os mais utilizados são:
– Grama natural;
– Grama sintética (carpete fabricado com fibras sintéticas de PP/polipropileno ou PE/polietileno);
– Concreto de alto desempenho pintado;
– Concreto cimentado e pintado;
– Piso sintético flexível em manta de borracha EPDM (Etileno,Propileno, Dieno, Monómero);
– Piso de borracha intertravado;
– Asfáltico e pintura com resinas acrílico-vinílicas, entre outros;

Para os dois últimos tipos citados acima, a desvantagem é a utilização da quadra somente com calçados de solado flexível, sem saltos ou cravos, e preferencialmente com solados de borracha clara. É proibido o uso de sapatos sociais, botas ou chuteiras.
Não é indicado colocar sobre o piso da quadra: cadeiras, mesas, bancos, BARRAQUINHAS DE FESTAS ou quaisquer outros utensílios com peso concentrado nos apoios, que podem marcar e perfurar o piso.

Os revestimentos utilizados em quadras internas fechadas (com cobertura)
Estes requerem,além de tudo, a segurança química do material, para evitar a contaminação do usuário pela exposição por contato dérmico ou por inalação dos COVs (compostos orgânicos voláteis) exalados no recinto durante as partidas/jogos.
Os mais revestimentos mais utilizados são:
– Concreto de alto desempenho e pintado;
– Epóxi;
– PVC;
– Madeira;
– Madeira flexível e flutuante, com amortecedores elastoméricos;
– Vinílico;
– Linóleo;
– borracha;
– borracha coberta com PU – Poliuretano;

Para o último tipo citado, a desvantagem é a necessidade de utilização da quadra somente com calçados de solado flexível, sem saltos ou cravos, e preferencialmente com solados de borracha clara.
É proibido o uso de sapatos sociais, botas ou chuteiras. Não é indicado colocar sobre o piso da quadra: cadeiras, mesas, bancos, BARRAQUINHAS DE FESTAS ou quaisquer outros utensílios com peso concentrado nos apoios, que podem marcar e perfurar o piso.

ATENÇÃO
O PVC é um produto químico puro, ele muda o seu desempenho ao longo do seu ciclo de vida e é questionável em termos ambientais, existem grandes cidades em que o PVC é proibido.

Os revestimentos utilizados nas quadras de recreação infantil
Eles devem apresentar características quanto à acessibilidade, segurança, segurança química dos materiais, absorção do impacto causado pelas quedas, ser antiderrapante, ter boa absorção acústica. Esse tipo de quadra não precisa obedecer às dimensões oficiais e nem requisitos como reflexão da bola ou deslizamento. Os mais utilizados são:
– borracha Natural;
– borracha EPDM;
– borracha reciclada atóxica intertravada.

Por Mara Cabral

Mais Informações
Mara Cabral
maracabral@haiah.com.br

São Paulo, 8 de novembro de 2011

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

Projetos conciliam segurança, conforto, performance e economia

Quadras, piscinas, salas de fitness, pistas de caminhada, de skate, de bikes… Especialistas deixam ambiente mais adequado à prática esportiva e indicam soluções econômicas para a compra dos equipamentos e a manutenção.

A síndica de um condomínio residencial no Guarujá, Giovanna Ruggieri, ficou literalmente perdida quando começou a correr atrás de orçamentos para consertar as rachaduras da quadra poliesportiva do edifício. “Cada fornecedor dava uma solução diferente, as informações não batiam”, lembra. Até que alguém sugeriu um profissional especialista em arquitetura esportiva, dica que acabou funcionando bem. “A arquiteta esclareceu tudo e deu uma solução específica, propondo um tipo de revestimento que evitou quebras e resolveu um problema de escoamento de água. Além disso, o piso absorve impacto.” Segundo Giovanna, o custo do projeto arquitetônico foi compensado pelas “soluções mais baratas e adequadas que adotamos, não apenas em relação à quadra, mas também à troca de piso do playground e à revitalização da sala de fitness”.

“A arquitetura esportiva é uma área que engloba soluções de segurança, conforto e performance”, afirma a arquiteta especialista na área, Patrícia Tótaro. Autora do Manual de Escopo de Arquitetura de Infraestrutura Esportiva, lançado em conjunto pela Abriesp (Associação Brasileira da Indústria do Esporte) e o Secovi, Patrícia atua com exclusividade no segmento há 12 anos, em condomínios, academias e praças esportivas. “O profissional conhece bem os detalhes técnicos, como o tipo mais indicado de piso em quadras, sua localização, tamanho, desenho e drenagem, sistema de tratamento de piscinas cobertas e externas, tipos de bordas apropriadas, entre muitos outros”, observa.

É o caso, por exemplo, da redefinição do uso da quadra poliesportiva. “Às vezes é melhor ter meia quadra de basquete, com um único cesto, do que reproduzir uma inteira em dimensões inapropriadas, que não permitem jogo.” Há espaços, comenta Patrícia, em que o tamanho, excessivamente pequeno ou grande, dificulta o uso. Em salas de ginástica, é comum encontrar equipamentos inadequados para a demanda dos condomínios, o que resulta em custos elevados de manutenção. “O critério para a compra de uma esteira, por exemplo, não é o menor preço. Outras especificações devem ser levadas em conta”, recomenda. Além, é claro, da própria ambientação, que pode afastar o usuário se não estiver apropriada. “O espaço deve ser bem ventilado e oferecer alternativas de iluminação, uma mais forte pela manhã, aproveitando-se o próprio sol, e uma luz mais indireta à noite, para que se possa relaxar.” A posição dos equipamentos e o som da televisão (que deve chegar apenas ao usuário interessado) também interferem no conforto do esportista.

É uma questão de performance, observa Patrícia, explicando que o ambiente deve ser o mais adequado possível para que o esportista, independente se amador ou não, “dê o melhor de si”. A performance em uma piscina, por exemplo, está associada à temperatura da água e à ausência de marolas, condição importante para as crianças, e, em uma quadra, a um tipo de piso que permita aos pequenos chutar uma bola com segurança e eficiência.

Na verdade, observa Eduardo Sayeg, secretário-executivo da Abriesp, o trabalho do especialista assegura aos condôminos economia de tempo, trabalho e dinheiro, “porque indica o projeto e o equipamento mais apropriado em termos de demanda, de compatibilidade com a rede elétrica, entre outros”. O consultor em planejamento esportivo, Fernando Telles Ribeiro, lembra, por sua vez, que os especialistas levam em conta desde as necessidades e usos das pessoas, até questões estruturais, mecânica, elétrica, civil, de iluminação, acústica, tratamento paisagístico, finanças e administração.

Fernando Telles foi atleta olímpico em saltos ornamentais nos anos 50 e 60, venceu campeonatos sul-americanos representando o Brasil e continua na modalidade, categoria máster, disputando ainda hoje provas internacionais. Graduado em Educação Física e Engenharia Civil, é membro do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

No condomínio de casas em que mora em Alphaville, Grande São Paulo, Fernando tem participado ativamente da reforma da área esportiva. “O campo de futebol não era utilizado, porque tinha piso de terra. Havia uma área para a prática de bocha, também sem uso. Antes de construir ou reformar uma área esportiva, é preciso conhecer as necessidades”, aponta Fernando. A colocação de grama sintética no campo do residencial foi suficiente para que o espaço começasse a ser procurado, acrescenta. Já a antiga área de bocha, que fica no subsolo de uma quadra de tênis, foi transformada em sala de fitness e de ginástica, uma alternativa que “caiu no gosto dos condôminos”, o que já resultou na compra de mais equipamentos para o local.

“Na época de implantação do residencial provavelmente não houve pesquisa para conhecer melhor as demandas dos moradores”, observa. O condomínio ainda possui uma pista de skate pouco utilizada e uma quadra poliesportiva “com péssima localização e com marcação para jogo de tênis, sem que tenha dimensões para isso”. Assim, ressalta o consultor, é fundamental haver um planejamento com o auxílio do especialista, o qual indicará a melhor relação custo versus benefício. “É preciso saber também que há um custo de manutenção em torno de 10 a 15% do valor total a ser investido”, destaca. O consultor ressalta, inclusive, que antes mesmo que se faça qualquer planejamento, é preciso estar atento à verba disponível, para que todo o trabalho seja feito dentro de parâmetros realistas.

No residencial em que mora, os trabalhos de revitalização prosseguem e o próximo passo será a implantação de um novo projeto, com a construção de uma piscina coberta e aquecida para a prática esportiva, piscina externa de recreação e nova quadra de tênis, com custos estimados em R$ 1 milhão. Isso não significa, entretanto, que as melhores soluções envolvam elevados investimentos. “Muitas vezes, o pouco uso resulta também de problemas de gestão do espaço”, observa. Ou mesmo de falta de manutenção e pequenos ajustes. “A instalação esportiva tem que ser bonita”, recomenda o consultor. Segundo ele, os equipamentos da nova sala de fitness, um dos maiores sucessos do condomínio hoje, custaram cerca de R$ 30 mil.

Matéria publicada na Edição 136 – jun/09 da Revista Direcional Condomínios.

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

As quadras também entram como uma das áreas favoritas do lazer dos condomínios. Utilizadas por uma faixa etária mais elástica, como jovens e adultos, elas exigem programa meticuloso de controle de uso e manutenção. E este deve incluir, além do piso, outros de seus componentes, como a parte elétrica.

O projeto de manutenção de um condomínio residencial deve contemplar as suas áreas de lazer e, entre elas, as quadras. Um eventual acidente, com danos a algum usuário desse tipo de equipamento, se provocado por problema que demandava providências, como um buraco, poderá gerar responsabilização ao síndico, comenta o engenheiro civil e consultor Roberto Boscarriol. E sua parte mais visível e utilizada é o revestimento, cuja vida útil dependerá, segundo o especialista, do tipo do material e da intensidade do uso. Mas, de uma maneira geral, ele não passa de três anos sem precisar de algum tipo de manutenção.

O engenheiro comenta que os pisos mais utilizados, por ordem de preferência, são o cimento, a grama sintética, saibro, areia, o asfáltico e o de madeira – esse, empregado basicamente em ambientes internos, requer, para eventos não esportivos, forração especial que proteja o piso. As de saibro, mais comuns em prédios grandes, ficam sujeitas aos buracos, por causa das freadas. “É necessário passar um rodo especial para saibro, para nivelar, e um rolo compressor manual”, observa Roberto. No caso da grama sintética, composta por mantas, a reposição demanda empresas especializadas em fazer o serviço.

A experiência do consultor lhe mostra, no entanto, que o mais comum, em condomínios residenciais, é a construção de quadras poliesportivas na área externa, para brincadeiras de futebol de salão, vôlei e basquete. “São quadras pintadas sobre a laje do térreo, delimitadas por alambrados de ferro galvanizado, demarcadas ou recobertas de PVC”, detalha.

Ele explica que para esses espaços não se deve permitir o uso de skate e o solado mais indicado é o de borracha. Para alguns tipos de piso, acrescenta, os solados pretos deixam marcas. A limpeza, de uma maneira geral, deve ser feita com varrição e lavagem com água e sabão neutro, inclusive do alambrado. “A sujeira deteriora o material, mesmo que haja o revestimento com plástico”, afirma o engenheiro. Roberto recomenda que o jato de água não seja direcionado diretamente para o piso, para não arrancar a pintura.

Além disso, o consultor lembra que todos os pisos em cimento ou concreto sofrem desgastes provocados pela dilação e retração usuais. No local onde existem as juntas (para permitir a dilatação), a pintura fica mais sujeita ao desgaste. A recomendação é que a pintura e os pequenos consertos sejam feitos por pessoa especializada. O ideal, no caso de pintura de solo – para repor marcações de modalidades esportivas – é repintar toda a linha demarcatória, evitando remendos.

ROTINAS E TREINAMENTO
No Condomínio Antígua, na região do Morumbi, zona Sul de São Paulo, os moradores de seus 148 apartamentos contam com uma quadra externa poliesportiva desde a entrega da obra, há pouco mais de um ano. É um espaço externo e descoberto, com piso composto de base asfáltica e revestimento acrílico em verde escuro, e alambrado em tela tipo galinheiro, também verde, detalha a síndica Roseane Mary Barros Fernandes. A área ainda está protegida pelo período de cinco anos de garantia, e segundo a síndica, passa semanalmente por cuidados.

“A limpeza é feita com varredura leve e com vassouras macias, para que a pintura não sofra muitos desgastes”, justifica a síndica. Em sua opinião, a manutenção preventiva desse tipo de espaço não é trabalhosa, mas também passa por cuidados diários, como a retirada de folhas, quando for o caso. O conhecimento sobre os procedimentos e treinamento da equipe de limpeza para realizá-los são fundamentais, acrescenta. “Também há que se evitar a instalação de estruturas metálicas sobre o piso. A quadra é poliesportiva e não de diversão e ou brincadeira. Portanto, não se devem permitir skates, patins e afins”. O regulamento de uso desse espaço, no Antígua, deve estar passando por revisão em assembleia de condôminos justamente neste momento (ela estava prevista para o mês de outubro). Entre as regras atuais, e que defende que seja mantida, Roseane considera que o limite ao uso pelos visitantes (convidados dos condôminos) também contribui para a preservação.

A manutenção preventiva recomendada pelo Manual de Áreas Comuns do Edifício Antígua prevê ainda cuidados bimestrais com o jardim próximo à quadra, para se evitar problemas de drenagem, bem como que as raízes das plantas infiltrem sob o piso da área. O documento recomenda pintura anual dos equipamentos esportivos, “ou quando a camada da tinta for danificada”, para evitar oxidações. O uso inadequado do espaço e o descuido com as recomendações implicam em perda da garantia.

ATENÇÃO COM O ENTORNO
O cronograma de manutenção desses espaços sempre deve levar em conta as condições do entorno, ratifica o engenheiro Roberto Boscarriol. “Em geral, as quadras estão confinadas por muretas que impedem a entrada de sujeira, mas os ralos devem ser limpos”, observa. O “afogamento” da quadra pode provocar descolamento da pintura, ainda que as tintas ali utilizadas sejam, geralmente, as comerciais específicas para o espaço.

Outro aspecto apontado por Roberto está relacionado às estruturas de iluminação das quadras, que demandam pintura e revisão feitas por eletricista habilitado. Segundo o engenheiro, não são raros os choques devido à falta de manutenção. Os alambrados e postes de iluminação, alerta, devem receber os mesmos cuidados dispensados aos edifícios, quanto ao sistema de proteção de descargas atmosféricas (SPDA). “Os elementos metálicos são condutores expostos, isto é, do ponto de vista físico podem ser atingidos por raios”.

“O melhor é que tanto as quadras, quanto piscinas e playgrounds, não sejam usados em caso de chuvas”, afirma Roberto. Ele recomenda que a manutenção preventiva da parte elétrica das quadras seja feita pelo menos a cada seis meses. Além disso, deve ser observado se o espaço está sob a área de abrangência do para-raios do condomínio.

CHECKLIST: VISTORIAS DIÁRIAS
No Condomínio Cristal, localizado no bairro Aclimação, área Centro-Sul de São Paulo, o programa de manutenção elaborado pelo gerente predial Moisés Constantino prevê vistoria a cada quinze dias das duas quadras ali existentes. “Temos um funcionário de manutenção terceirizado. Ele tem uma programação, com checklist diário, semanal, quinzenal e mensal”, detalha. As quadras, uma poliesportiva grande e outra para a prática de tênis (tamanho oficial), se inserem no conceito de clube que norteia o empreendimento, dotado de duas torres, 82 apartamentos, piscinas, spa, sala de cinema, dois salões de festas, além de brinquedoteca, playground (em piso de grama), pista de cooper (em terra), uma praça e extenso jardim.

Na vistoria das quadras, o funcionário confere o aparecimento de trincas nas estruturas e as condições de conservação dos equipamentos fixos, como traves, cestas e redes, explica Moisés. Ele acredita que os espaços venham a durar até dez anos (caso dos alambrados) recebendo tamanha atenção e correção imediata de eventuais anormalidades verificadas. “Se você fizer essa manutenção, retocar a tinta das partes onde aparecer ferrugem, a vida útil se tornará muito longa”, afirma o gerente predial.

Com os acessórios pode ser diferente, ainda que ao longo dos quase três anos de existência, o Condomínio Cristal só tenha substituído a rede da quadra de tênis. “Trocamos por uma profissional (depois de seis meses de uso da original) e não deu mais problemas”, explica Moisés. Ele atribui o problema recente ao uso diário e intensivo do espaço.

PRESERVANDO A GARANTIA
As duas quadras do empreendimento têm piso asfáltico e estão dentro do período de garantia de cinco anos. A poliesportiva já passou por um conserto, em maio de 2012, para correção das rachaduras no piso. “As trincas voltaram e ela será totalmente refeita”, sem custo para o condomínio, detalha. Problema semelhante começou a aparecer também no espaço para tênis. A decisão, nesse caso, foi observar a evolução durante seis meses, para se decidir entre um retoque pontual ou reforma total. Em empreendimentos novos, justifica, a acomodação do solo pode gerar esse tipo de problema. Ele afirma que as trincas não expõem os usuários a situação de risco.

Os condomínios novos devem ficar atentos aos prazos de garantia e às obrigações necessárias para fazer jus ao benefício, em caso de aparecimento de problemas, como esse das quadras do Cristal. Moisés lembra a necessidade de seguir as instruções do Manual de Manutenção, como lavagem – ali, efetuada a cada 15 dias com água e equipamento com jato na altura de meio metro, em relação ao piso, para não afetar a pintura –, além da proibição de uso de calçados com salto pontiagudo e de skate, e do consumo de bebidas (exceto água em garrafa plástica). A manutenção do piso do playground, em grama, fica a cargo dos dois jardineiros que atendem ao condomínio. São eles também que se incumbem da manutenção dos 100 metros da pista de cooper, em terra, integrada ao imenso jardim.

Matéria publicada na edição – 184 de out/2013 da Revista Direcional Condomínios

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

Quadras & Acessórios – Mini ou poliesportivas, não importa. A idéia é garantir o lazer dos condôminos.

Tamanho não costuma ser problema para as empresas que trabalham com a construção de quadras e instalação de acessórios esportivos. Elas conseguem aproveitar qualquer espaço vago ou subutilizado da área comum dos condomínios e implantar miniquadras ou quadras poliesportivas para a prática das modalidades mais comuns, como futsal, vôlei, basquete e handebol. Mas se houver terreno disponível, melhor ainda, porqueas empresas apresentam também expertise em campos society e na construção de quadras de tênis.

A Cacique Telas trabalha com o portifólio completo de serviços. Realiza desde o projeto até a iluminação, “adequando a área disponível do condomínio”, afirma Edson Consentino, sócio-proprietário da empresa. Com 25 anos de mercado, a Cacique constrói miniquadradas, quadrasoficiais, poliesportivas e de tênis (exceto saibro), cuidando da regularização do solo ou “o serviço que for necessário”, destaca o empresário. Nos pisos utiliza concreto ou base asfáltica e, na pintura, tinta acrílica “especializada para cada solução, de fornecedores de primeira linha”. Entre os acessórios, a empresa é fabricante das telas de cercamento (alambrado) e cobertura.

Segundo Edson Consentino, seu grande diferencial é a execução da obra completa em trinta dias em média, “com apenas 40% do pagamento efetuado”.

Isso porque, ressalta, a Cacique trabalha com pagamento dividido em cinco parcelas.Nada que comprometa a qualidade, ressalva, pois sua empresa conta com funcionários registrados, treinados e supervisionados durante a realização dos serviços.

Também na Polyesportiva o procedimento que começou a ser adotado neste ano é o de supervisionar semanalmente as obras, “disponibilizando um técnico em controle de qualidade e proporcionando um melhor atendimento”, afirma o empresário e diretor Carlos Donizete Gomes. Aos 18 anos de vida, a Polyesportiva atua com pisos esportivos, alambrados, iluminação, acessórios, tela de proteção e grama sintética. Mas conforme o diretor, seu carro-chefe está nas construções esportivas com pisos de PU emborrachado (para ambiente interno) e de concreto e asfalto para ambiente externo. A empresa realiza reformas, pois as quadras se deterioram pela ação natural das intempéries e “devido à deficiência na execução da base, uso de materiais inadequados ou aplicação incorreta dos produtos”.

Entre seus diferencias, Carlos Donizete destaca a utilização de materiais de “primeira qualidade”, a execução da “obra dentro das normas técnicas de construção, proporcionando melhor qualidade e resistência”, além da “pontualidade, confiabilidade, credibilidade e uma extensa lista de clientes satisfeitos”. A Polyesportiva atende a clientes de todo país, afirma o empresário.

Para o sócio da Power Sports, Márcio Roberto de Melo, a relação das empresas com os clientes deve se basear na transparência e segurança, critérios que procura seguir à risca. “O que nos destaca é o compromisso que assumimos como síndico ou a pessoa que está contratando nossos serviços, no sentido de passar o máximo de informação, como os materiais usados, as razões de sua escolha e as soluções mais viáveis para cada situação.” A Power Sports é fabricante de todo o material comercializado, “o que nos possibilita adaptar suas instalações, uma vez que o mais comum em condomínios é a quadra ser projetada sobre o piso da garagem, inviabilizando a fixação dos acessórios através de furos, em razão damanta asfáltica”, observa.

A Power Sports trabalha com uma linha diversificada de acessórios (traves de futebol, postes para vôlei e tênis, estruturas e tabelas de basquete, entre outros),construção e reforma de quadras, em diferentes linhas de piso. Diante dos futuros eventos esportivos previstos para o Brasil (a Copa Mundial de Futebol, em 2014,e as Olimpíadas, em 2016), a empresa está desenvolvendo acessórios “a serem aprovados pelas federações e confederações de algumas modalidades, ampliando assim nossa atuação no mercado”, afirma Márcio Melo, que já atende à FIFA. Para os condomínios, o empresário recomenda que os projetos poliesportivos contemplem, no máximo, cinco modalidades (futsal, vôlei, basquete, tênis e handebol), para evitar poluição visual. Fundada em 1995, a Power Sports atende em todo o Brasile exporta seus produtos para países como Nova Zelândia, Suécia e África do Sul.

No grupo Cercativa/Construsport o foco é a construção de diferentes tipos de quadras esportivas, além de playground, rampa de skate e sala de fitness, entre outros, destaca Eunice dos Santos Setrini, da área de marketing. A diversidade dos pisos aplicados é outra marca característica da empresa, que realiza serviços com concreto polido, revestimento asfáltico, grama sintética e saibro. Com 19 anos de mercado, seu diferencial reside “na qualidade dos materiais empregados, atendimento personalizado, mão-de-obra especializada, preço, condições de pagamento, pontualidade e, acima de tudo, plena garantia dos nossos produtos e serviços”, acrescenta Eunice Setrini. Contando com uma rede de representantes regionais, a Cercativa/Construsport atua em todos os estados brasileiros.

Na J & V Esportes a gama de serviços também envolve desde a construção até a instalação dos acessórios, de fabricação própria. A empresa, com dez anos de vida, aplica piso asfáltico, concreto polido, emborrachados e grama sintética para campos de futebol society e playground. Quanto aos acessórios, trabalha com alambrado, traves, tabela de basquete, poste para vôlei e tênis, redes esportivas e de proteção e iluminação. Seu carro-chefe está nos pisos para os ambientes internos e externos, afirma o empresário Vilmar Barbosa de Oliveira. Segundo ele, a equipe de profissionais é registrada pela empresa, o que assegura qualidade e comprometimento durante a execução das obras. Um serviço de pós-venda confere a satisfação dos clientes, importante diferencial que a empresa apresenta junto ao mercado, conforme destaca Vilmar. A J & V Esportes vende os acessórios para todo o País, diz.

Com foco mais centrado em reformas e construções, a Renabian Quadras Esportivas atua com piso asfáltico e concreto polido, afirma seu proprietário, Paulo César Moraes. A empresa realiza ainda a recuperação de piso de garagem, com revestimento à base de cimentício. Neste ano, por exemplo, a empresa está apostando em um “novo conceito em piso de concreto, um substrato flutuante, ainda em término de estudo”, revela Paulo César. Dentro desta expertise, os condomínios podem contar, segundo ele, com a “qualidade dos produtos a serem aplicados, na consistência ideal para a situação encontrada em cada substrato, além do material da empresa, altamente dirigida ao segmento de pisos”. Criada há dez anos, a Renabian procura atender aos clientes “da melhor forma”, informando-os sobre as etapas de execução da obra. Sua área de atuação abrange a Capital e a Grande São Paulo, complementa Paulo César.

Também focada em um produto específico encontra-se a Sousa Redes, do empresário Paulo Sousa. A linha de redes é bastante diversificada e apresentada em diferentes cores, envolvendo produtos para gol (quadra e campo), vôlei, tênis, proteção lateral e cobertura, cama elástica e piscina de bolinha. A proteção para quadra está entre seus serviços principais, diz Paulo. Há 15 anos no mercado, a Sousa Redes destaca-se pelo “pronto atendimento, orçamento imediato e pontualidade na execução dos trabalhos”. Segundo o empresário, a comercialização do produto atinge todo País, mas a instalação abrange somente os condomínios localizados na cidade de São Paulo.

Matéria publicada na Edição 143 de fevereiro de 2010 da Revista Direcional Condomínios.

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

Do piso aos alambrados, as quadras esportivas do condomínio merecem atenção constante. O piso deve ser repintado sempre que necessário, assim como a estrutura dos alambrados. A tela do alambrado pode ser esticada por empresa especializada quando for verificada a formação de abaulamentos. Mas, além dessas manutenções frequentes, há acessórios que também precisam de cuidados. Postes, redes e traves costumam sofrer os efeitos do tempo e do uso constante.

O professor de Educação Física Marcelo Mancini, acostumado a prestar serviços em condomínios, nota que é comum não destinar um local apropriado para a guarda desses equipamentos. “Eles ficam jogados ao lado das quadras, no sol e na chuva, o que diminui a vida útil desses acessórios. Outro problema é que não há uma pessoa para fazer as trocas dos postes de vôlei e tênis no dia a dia, ficando a cargo do morador, que na maioria das vezes não sabe realizar esse tipo de serviço. Daí é frequente haver quebra dos equipamentos e até queda dos postes no piso, ocorrendo buracos”, comenta.

A também professora de Educação Física Juliana Crepaldi aponta que as quadras poliesportivas precisam estar equipadas com traves para a prática do futsal e handebol, ter furações no solo ou ganchos nas paredes para fixação da rede de voleibol e tênis, e ainda tabelas de basquete com os aros de cesta. “Apesar de terem boa durabilidade, esses materiais necessitam ao menos de lavagem uma vez ao ano e pintura periódica”, recomenda Juliana.

Marcelo Mancini completa que a manutenção depende muito do uso, mas ele indica cuidados quinzenais com os acessórios. Enoque Oliveira, gerente do Condomínio Acervo, no Alto de Pinheiros, não descuida das duas quadras do condomínio, uma de tênis e outra poliesportiva. Com quatro torres e 200 apartamentos, o Acervo tem uma grande utilização de suas quadras. “Principalmente a de tênis é muito procurada. O morador não pode esperar, deve estar sempre tudo em ordem. A manutenção é baseada nos relatórios que os professores da empresa esportiva nos enviam”, relata Enoque.

O gerente faz um check-list de todos os itens, acompanhando os prazos para as próximas manutenções ou substituições. “Não esperamos estragar para trocar. As redes de tênis, por exemplo, são trocadas a cada seis meses, chova ou faça sol”, admite. Como a demanda pelo uso das quadras é grande, o agendamento é feito através da internet. Enoque procura facilitar a vida dos moradores oferecendo sempre facilidades. “Providenciei até um carrinho para as bolas de tênis. Antes os professores carregavam as bolas em um balde, perdendo até o encanto do esporte”, compara.

Além dos cuidados com os acessórios, o condomínio deve manter as quadras com as medidas e demarcações corretas para cada modalidade esportiva. Para Marcelo Mancini, mesmo empresas que constroem quadras costumam cometer erros, como deixar os postes de luz dentro das quadras, o que não é indicado, pois prejudica a prática esportiva e pode causar acidentes. Recomenda-se que a estrutura da iluminação seja fixada no corpo do alambrado, evitando furações no piso e danos à impermeabilização.

Matéria publicada na Edição 163 – nov/11 da Revista Direcional Condomínios.

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

O concreto permanece como uma das soluções mais utilizadas no revestimento das quadras dos condomínios, mas novas opções de mercado, como a borracha em placas intertravadas, também vêm agradando aos síndicos. O importante é pensar em um revestimento conforme o uso que será dado ao local, se mais voltado para a prática esportiva focada no desempenho, se para atividades diversas, incluindo skates, ou, ainda, para recreação. No condomínio Stella Solaris, de Moema, bairro da zona Sul de São Paulo, o síndico e engenheiro Paulo Maccaferri optou pela superfície à base de concreto, polido e regularizado por resina acrílica antiderrapante e revestido com tinta também acrílica, resistente aos raios UV.

“Escolhemos um piso em que as crianças possam fazer um uso mais pesado, com skate, e que nos dê menos custo de manutenção”, relata Paulo. Segundo ele, a expectativa é que somente a pintura seja refeita a cada dois anos e a base resista por muito mais tempo. Se houvesse espaço físico no condomínio, Paulo diz que implantaria áreas específicas para usos diferenciados, como a grama sintética ou o emborrachado com amortecimento para a prática de esportes específicos. A arquiteta Mara Cabral, especializada no assunto, aponta que boas opções de superfície para quadras externas incluem grama natural, sintética, o concreto de alto desempenho pintado, concreto cimentado e pintado, o piso sintético flexível em manta de borracha, a borracha intertravada, além do revestimento asfáltico e pintura com resinas acrílico-vinílicas. Já para os espaços cobertos, a lista pode ser ampliada com o epóxi, o PVC, a madeira, o linóleo, o vinílico e a borracha coberta com poliuretano (PU).

Nos locais destinados à recreação de crianças pequenas, em geral mini quadras, Mara tem observado a aplicação de borracha e areia, pois são antiderrapantes e apresentam bom padrão de absorção de impacto e de reflexão acústica. No entanto, para quadras de uso múltiplo, ocupadas pelos jovens e adolescentes, é preciso um piso mais robusto, que atenda aos padrões de desempenho (como maior ou menor amortecimento ao impacto, dependendo da modalidade praticada), diz.

Existem normas que precisam ser seguidas pelos profissionais, lembra Mara. É o caso da NBR 14050/98, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), relativa aos procedimentos para projeto, execução e desempenho de superfícies à base de resinas epóxi e agregados minerais. Existem ainda normas europeias tomadas como referência pelos brasileiros e que tratam do desempenho dos pavimentos nos desportos e em atividades como ginástica. “Elas estabelecem critérios quanto à capacidade de deslizamento lateral dos pés, nível de deformação vertical do piso, de brilho e reflexo, módulo de elasticidade, padrões de deflexão, energia de recuperação e reflexão da bola, e ainda citam algumas substâncias químicas proibidas”, explica Mara. Assim, antes de contratar a solução, o síndico precisa estar atento ao perfil dos usuários e contratar o projeto mais adequado, finaliza a arquiteta.

Matéria publicada na Edição 162 – out/11 da Revista Direcional Condomínios.

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

As quadras poliesportivas também se encontram na mira dos síndicos que buscam a modernização dos condomínios, atendendo a novas práticas e, portanto, ampliando as possibilidades de uso. Para isso, equipamentos mais avançados podem dar um ar de renovação a esses espaços e harmonizá-los com as demais reformas das áreas comuns. Além das redes e aparatos que tornam o ambiente ora uma quadra de vôlei ou badminton, ora de basquete, handebol ou de futsal, entra em cena ainda a troca da iluminação (com refletores em LED), a instalação de redes flexíveis de proteção e a introdução de acessórios para exercícios físicos.

Uma ampla quadra poliesportiva é um dos ambientes de lazer mais ocupados no Condomínio Paradiso Vila Romana, um complexo de três torres e 168 unidades na zona Oeste de São Paulo. Ali ocorrem treinamentos semanais da escolinha de futsal oferecida pela administração aos filhos dos moradores, em categorias subdivididas por idade; o rachão dos homens às segundas-feiras à noite; e partidas frequentes de vôlei entre as mulheres, relata o gerente predial Getúlio Fagundes Ramos.

No entanto, segundo o personal trainer Givanildo Holanda Matias, as práticas podem avançar além das usuais, especialmente noscondomínios que não dispõem de áreas de fitness. Por exemplo, a tendência é que os profissionais recorram cada vez mais às quadras para montar circuitos de treinamentos, de exercícios físicos diversos, ou mesmo para aulas de dança. A frequência dos condôminos nas quadras costuma ser incrementada com a promoção de competições e a introdução de acessórios para esse tipo de atividade (como elásticos, bolas suíças e colchonetes), observa. Graduado em Educação Física e coordenador do Programa de Pós-Graduação de Personal Trainer da Unicid (Universidade Cidade de São Paulo), Givanildo diz, porém, que não basta ampliar a gama de práticas, é indispensável cuidar da manutenção. “Esse é um problema que observamos muito em condomínio, principalmente rede rasgada, trave quebrada e tabela de basquete deteriorada.”

 

Em condomínio da zona Sul de São Paulo, área livre é utilizada para montagem de circuito de exercícios físicos. Segundo Givanildo Matias, a própria quadra pode receber esse tipo de atividade

INSTALAÇÕES SEGURAS


Quadra com área de escape nas laterais, recurso necessário para evitar incidentes. Por questão de segurança, o ideal é que a tabela de basquete tenha suporte aéreo

A segurança é um dos itens que deve balizar a manutenção, reforma ou reconstrução das quadras, opina Patrícia Tótaro, arquiteta esportiva. Um projeto ideal, segundo ela, deveria prever um recuo mínimo com muros, paredes e demais barreiras. É um cuidado já observado em edifícios mais novos e, para os antigos, quando viável, Patrícia recomenda o redesenho da quadra, sua diminuição, para agregar uma área de escape e manter-se uma distância mínima dos chamados “cantos vivos” (ela sugere um intervalo de 20 a 30 cm entre a linha perimetral das demarcações e as muretas).

Em relação aos equipamentos de apoio, ela orienta que:

– Postes de iluminação: estejam, se possível, junto do alambrado;

– Alambrados: sejam flexíveis e amorteçam quedas e trombadas. “Tudo que represente risco de colisão do praticante deve ser realocado para um ponto que evite incidentes”, reforça.

– Estruturas que sustentam a tabela de basquete: sejam áreas de preferência, em lugar de ter sua base afixada no solo, próxima da área de jogo;

– Suportes do vôlei: que se instalem tampas nos buracos que prendem os suportes da rede;

– Iluminação: o LED é uma boa opção, mas assim como as demais lâmpadas, precisa ser bem distribuído, “confortável ao usuário, de forma que não o ofusque nem deixe pontos de sombra na quadra”.

MELHORE O APROVEITAMENTO DA ÁREA
Ao organizar os equipamentos e acessórios da quadra poliesportiva, o síndico conseguirá melhorar o aproveitamento do ambiente, afirma a profissional de Educação Física e personal trainer Aline Chrispan (Foto acima). Com experiência na coordenação de projetos em qualidade de vida para empresas e condomínios, Aline é pós-graduada em Condicionamento Físico Para Grupos Especiais, em Fisiologia do Exercício e em Ciências da Saúde (com mestrado na área oncológica). Acompanhe a seguir algumas dicas da especialista para incrementar o lazer no condomínio.

O QUE COMPRAR
“A escolha dos acessórios e equipamentos dependerá de quais atividades serão praticadas. Além dos esportes mais tradicionais, é possível o desenvolvimento do badminton, esporte semelhante ao tênis, mas que utiliza raquete mais leve e uma espécie de peteca no lugar da bola. É indicada também a prática de diferentes jogos coletivos com bola, mas com objetivo de recreação. Outros acessórios como minicones, cordas, jumps e bolas do tipo fitball poderão ser usados em atividades de força e condicionamento físico.”

NOVAS MODALIDADES
“Os esportes podem ser adaptados para facilitar a prática, como utilizar a rede de vôlei mais baixa e, no basquete, marcar o ponto quando a bola toca na tabela, por exemplo. O badminton é uma boa opção pela execução mais leve que o tênis. É possível também utilizar a quadra para aulas coletivas como yoga, pilates no solo (com auxílio de colchonete), exercícios funcionais e atividades de recreação com crianças, adolescentes e adultos.”

Matéria publicada na edição – 205 de set/2015 da Revista Direcional Condomínios

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

Um dos itens de lazer mais desejados pelos condôminos, as quadras podem ser construídas com diferentes revestimentos e para várias modalidades, adaptando-se com facilidade aos ambientes disponíveis.

O advento dos condomínios- clube no Brasil reflete o quanto o morador hoje volta os olhos para facilidades próximas e disponíveis a qualquer tempo. Ele ficou mais exigente e ávido por infraestrutura e equipamentos de lazer. Um bom exemplo é a presença das quadras esportivas e poliesportivas nos edifícios residenciais que, como qualquer outro item de uso intenso e de grande rotatividade, precisam ser bem estruturadas e passar por manutenções periódicas.

Os materiais mais usados atualmente no revestimento das quadras externas de condomínios, as mais comuns nesses recintos, são aqueles que apresentam resistência à abrasão e impacto, como os pisos em base de concreto e revestimento com pintura acrílica, explica a arquiteta Mara Cabral. “Recomendo material ecológico, à base de poliuretano acrílico alifático, indicado para uso sobre tinta de fundo epóxi, e os protective coatings (pisos formulations), pela excelente retenção de brilho e cor, além da ótima durabilidade”, diz.

Se forem considerados os recursos citados, sua manutenção pede uma simples limpeza periódica com o uso de vassoura para retirar o pó e a poluição que ficam depositados sobre a superfície da quadra – elementos que podem desencadear reações químicas -, além da lavagem ocasional com água e sabão neutro. “Também não é aconselhável pousar nesses espaços cadeiras, bancos, barraquinhas etc., com peso concentrado nos apoios, pois os mesmos podem danificar o piso da quadra”, orienta a arquiteta.

Ainda segundo Mara, se o síndico tiver com intenção de reformar a quadra, precisará levar em conta alguns aspectos fundamentais. “Se o piso preexistente não apresentar infiltrações e nem estiver no cronograma do condomínio a troca da manta de impermeabilização, a escolha do tipo da quadra esportiva vai depender apenas da finalidade de uso”, revela a especialista. Desta forma, caso haja espaço suficiente nas dependências do edifício, a melhor opção é a quadra poliesportiva, recomenda. Em relação a isso, George Ricardo de Abreu, gerente de uma empresa especializada em quadras, observa que se forem requisitadas “demarcações para jogos de tênis, vôlei, futebol de salão e basquete, o tamanho padrão é de 18 metros por 30. Mas existem soluções para quadras com a metade dessa metragem, inclusive as quase inéditas street ball, que possuem somente um garrafão e uma tabela de basquete”, revela George.

VARIEDADE DE REVESTIMENTOS

O gerente comenta ainda sobre o período de execução dos trabalhos. A construção de uma quadra de base em concreto, por exemplo, é mais demorada, pois depende do prazo de cura dos 28 dias. É também a mais cara, principalmente se for especificado o concreto de alto desempenho à base de resinas epóxi e agregados minerais. “O piso asfáltico ou combinado com o acrílico demanda camadas variadas de diversos tipos de pedras e não tem junta de dilatação, são os ditos pisos monolíticos”, observa Abreu. Atualmente os profissionais brasileiros baseiam-se em referências internacionais para desenvolver os projetos das quadras e na NBR 14050/1998, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a qual trata dos sistemas de revestimentos de alto desempenho, à base de resinas epóxi e agregados minerais. No geral, os revestimentos aplicados vão do concreto (de maior durabilidade) à grama sintética (ideal para a prática de futebol society), passando pelo asfáltico (bom para locais sem cobertura); emborrachado (usado em recintos cobertos); e saibro (mais utilizado em quadras de tênis profissionais).

Síndico do Condomínio Edifício Stella Solaris, no bairro de Moema, zona Sul da Capital, o engenheiro Paulo Maccaferri não se dobrou ao fato de ter um espaço reduzidíssimo no edifício quando resolveu construir uma quadra. “Ela nasceu onde antes era um pequeno parquinho instalado em pouco mais de 70 metros quadrados, e já conta com a aceitação de 100% dos condôminos”, revela. Maccaferri convocou empresas especializadas para cotar preços e modalidades de serviços, colhendo referências inclusive entre outros condomínios. “Decidi pelo piso em concreto, devido à fácil manutenção e alta resistência, pois ali as crianças costumam andar de skate e patinetes. Depois, alteramos apenas o Regimento Interno para criar as regras de uso”, sintetiza Paulo.

Matéria publicada na Edição 172 – set/12 da Revista Direcional Condomínios.

 

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

A quadra é um dos espaços mais requisitados dos condomínios, aproveitada por várias idades, mas pode se transformar em uma cilada se não for bem projetada, executada e conservada, com acessórios adequados. Experiência do gênero foi vivida pelo síndico Paschoal Lombardi Jr., que contratou praticamente a reconstrução da quadra do Condomínio Iepe Golf, no Jardim Taquaral, zona Sul de São Paulo. Como resultado, ele viu a frequência aumentar bastante no local, para 100 pessoas ao dia, estima.

Empreendimento com 36 mil metros quadrados de área, seis torres e 336 unidades, o condomínio foi entregue em 2009 com a quadra construída em terreno úmido. “Era preciso ter feito uma drenagem, há muitas nascentes na região.” Isso foi ignorado tanto pela construtora quanto pela primeira empresa contratada posteriormente para eliminar patologias e reformá-la. Era especializada, lembra Paschoal. Depois de um mês, porém, bolhas e buracos voltaram a aparecer na superfície e, após diferentes tentativas de reparos, o prestador desistiu do serviço e teve que devolver, por ordem judicial, o dinheiro recebido.

O síndico conta que realizou, então, nova licitação e contratou “empresa séria e também especializada”, que começou os trabalhos “partindo do zero”. O condomínio aproveitou para aumentar as dimensões do espaço, que recebeu drenagem, ganhou novo contrapiso e camadas com pedras (as quais ajudam a manter a superfície seca), além de revestimento em concreto e acabamento com epóxi especial para prática de esportes em ambientes externos. A quadra passou a ter demarcações oficiais de diferentes modalidades. A nova obra durou oito meses e custou R$ 140 mil, afirma Paschoal, sugerindo aos síndicos que fiquem atentos às empresas orçadas e visitem pessoalmente os seus clientes antes de fechar a contratação.

 

OPÇÕES DE REVESTIMENTO
Os espaços de recreação e prática esportiva comportam uma diversidade de revestimentos, segundo especialistas ouvidos pela Direcional Condomínios. Ambientes fechados permitem o uso de epóxi, PVC, a madeira, o linóleo, o vinílico e a borracha coberta com poliuretano (PU). Na parte externa, sujeita às intempéries, as alternativas recaem sobre a grama natural, sintética, o concreto de alto desempenho pintado, concreto cimentado e pintado, o piso asfáltico (que amortece mais que o concreto), o poliuretano (PU, macio e monolítico), a borracha intertravada, entre outros.

Conforme o uso e destinação, o síndico deverá dar prioridade a revestimentos diferenciados. Por exemplo, se no espaço houver predomínio da recreação de crianças, uma boa alternativa é optar pelos antiderrapantes, como borracha e areia. Quadras poliesportivas, ocupadas por adolescentes e jovens, deverão ter piso mais robusto, mas com amortecimento de impacto (mas contraindicado para o tênis). A arquiteta esportiva Patrícia Tótaro observa que a maior parte dos condomínios estão preferindo a aplicação do poliuretano (PU) com amortecimento sobre uma base asfáltica ou de concreto nas quadras externas, garantindo segurança e desempenho dos jogos com bola.

 

ACESSÓRIOS & ILUMINAÇÃO EM LED
A segurança e o desempenho do piso não são os únicos itens a considerar no projeto da quadra. Segundo Patrícia Tótaro, ao pensar na reforma ou construção é importante considerar as proteções (como redes flexíveis) e áreas de escape necessárias para a segurança dos usuários. Em termos de acessórios, devem ser previstas redes que ampliem as possibilidades de práticas (como vôlei, badminton, futsal etc.), postes de iluminação, alambrados, estruturas como as que sustentam a tabela de basquete e os suportes do vôlei, entre outros.

Nesse quesito entra também a iluminação, hoje preferencialmente em LED. De acordo com o síndico Paschoal Lombardi Jr, os 18 refletores da quadra do Iepe Golf possuem hoje lâmpadas LED, tecnologia que substituiu as de vapor e propiciou uma economia entre 20% a 25% na conta mensal de energia, contabiliza o síndico.

Fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br

Por Andrea Mattos

Mesmo popularizadas, as redes de proteção ainda geram debates sobre a legalidade de seu uso, pois alguns condomínios entendem que elas alteram a fachada. Mas admitem que elas garantem segurança tanto a crianças como idosos.

Não há registros de quando a rede de proteção teria surgido. Sabe-se que as redes, originalmente usadas para a pesca, ganharam mais tecnologia e passaram a ter outra finalidade, sendo utilizadas como proteção para crianças. Em condomínios e edifícios, as vantagens do seu uso sobre as grades de ferro e/ou de alumínio logo a fizeram uma boa opção já que proporcionam segurança sem absolutamente quebrar a harmonia arquitetônica do edifício, com a vantagem ainda de poderem ser removidas a qualquer hora.

Além disso, segundo especialistas, não se pode precisar o momento ideal para se colocar a rede, uma vez que os hábitos familiares variam de acordo com cada família. Os proprietários do imóvel devem avaliar alguns fatores para se avaliar o risco: os pais ficam constantemente com a criança? As janelas/varandas são baixas ou de alta periculosidade? Os vãos têm vista para o playground, piscinas, escolas, ou qualquer espaço que tenha outras crianças ou algo que chame a atenção? Mesmo crianças mais velhas ainda não têm real noção dos perigos e em momentos de pânico costumam não reagir.

Além de a rede ser amplamente utilizada para proteção de crianças nos mais diversos vãos, ela ainda é bastante comum para proteção de gatos, cachorros, maritacas, pássaros, coelhos, etc. Também para evitar que morcegos e pombos, que normalmente transmitem doenças, entrem nas residências. Aos que cultivam orquídeas e outras plantas a rede pode fazer a sustentação destas. Aos portadores de Mal de Alzheimer, sonambulismo ou depressão recomenda-se que a família não deixe as janelas desprotegidas. Na linha esportiva, ela pode ainda ser utilizada em quadras (lateral e cobertura), gols, traves.

REDES DE PROTEÇÃO E A LEI
Não existe lei específica sobre a colocação de redes de proteção em condomínios. Entretanto, esta prática já se tornou costume, uma vez que cumpre de forma eficaz a sua função, com baixo custo e sem alterar a fachada dos edifícios ou agredir o estilo arquitetônico das construções. Diz o seguinte a lei: “Art. 10: É defeso a qualquer condômino: I. Alterar a forma externa da fachada; II. Decorar as partes e esquadrias externas com tonalidades ou cores diversas das empregadas no conjunto da edificação (…)”. Para amenizar uma possível alteração de fachada, as redes de proteção são fabricadas nas cores branca cristal (mais transparência), preta e marrom, cores que combinam com as modernas esquadrias coloridas de alumínio anodizado.

CONSERVAÇÃO
Por estarem na área externa, as redes de proteção estão expostas a vários fatores, como chuva, sol, maresia. Assim, elas precisam de cuidados que garantam um maior tempo de uso e não coloque em risco a segurança. O material utilizado na fabricação das redes é poliamida – mais conhecida por nylon – e polietileno, sendo que a tração suporta igual ao aço e pesa 7 vezes menos. Elas se apresentam nas malhas 3, 5, 7 e 10 cm entre os lados do losango, determinando o tamanho da abertura da mesma. A garantia deste produto varia de 3 a 6 anos, de acordo com o tamanho e fábrica. Para o caso de piscinas, a garantia é de 18 meses. Este tipo de material é testado de acordo com as normas ISO 1107/1805, conforme instrução de trabalho I.T.4.10/2800.

Mesmo considerando o seu material altamente resistente, os fabricantes recomendam evitar que crianças subam ou se pendurem nas redes; não deixar produtos químicos abrasivos e de limpeza entrarem em contato com as redes e evitar contato de objetos pontiagudos e cortantes. Em caso de rede em piscina, não permitir o contato prolongado da rede com a piscina, especialmente em caso de tratamento da água da piscina com cloro e testar periodicamente as redes, pressionando os fios das malhas e as cordas. Notando qualquer diferença nas redes, nas cordas ou nos ganchos de fixação, deve-se entrar imediatamente em contato com a empresa contratada, que tem o dever de manter as redes em total condição de segurança. A garantia não cobre danos causados após sua instalação, como corte, queimaduras com chamas e produtos químicos.

Jornalista colaboradora do Jornal do Síndico e da Folha do Síndico